Ninja Steel preenche tabela, mas não tem profundidade

Apesar de mal-adaptada, temática ninja é promissora para a franquia; o trunfo deve estar sendo guardado para a sequência : Super Ninja Steel 


Conhecida como Aço Ninja no Brasil, a 24ª Temporada de Power Rangers apresenta uma nova geração de heróis, de maneira totalmente clichê modulada pela velha receita da Saban Brands, empresa que readquiriu os direitos da série, em 2011, depois de passar oito anos nas mãos da potência cinematográfica Disney. Ironicamente, o clichê, tratando-se de Power Rangers, não é ruim. 

Aço Ninja (Ninja Steel) traz novamente os poderes dos ninjas e das artes marciais, tema que foi visto pela última vez em 2003, com o sucesso de Power Rangers: Ninja Storm (Tempestade Ninja), que marcou a estreia da era Disney, já que foi a primeira temporada registrada com direitos autorais completamente correspondentes à gigante da produção de conteúdo infantil americana. A 24ª temporada tinha tudo para ser um dos maiores acertos da franquia. TINHA
Não bastasse a nostalgia expressiva causada pelos Rangers do Vento da Tempestade Ninja (que todo fã torceu para que retornassem num belo crossover), a nova aventura dos heróis ainda abre a comemoração aos 25 anos de história da série, assim como foi em Megaforce, abrindo o caminho para Super Megaforce, comemorando os primeiros 20 anos - que também não foi o maior acerto da produtora. Podemos concluir que a Saban perdeu o jeito de fazer especiais depois de Eternamente Vermelho (evento que reuniu todos os Rangers Vermelhos até Força Animal / Wild Force). 

Um grande problema, dentre vários dessa nova fase, é que a Saban está muito apegada com o plot familiar. "O Ranger Vermelho cresce sem pai, que desapareceu, deixando um vácuo enorme no peito do menino, que no final da temporada, o reencontra milagrosamente, derrotam o vilão e paz reina novamente na Terra". Já deu, né?! 

Tudo bem que o contexto familiar é ótimo para as crianças, que são o público alvo da produção, e que tudo isso faz parte do conjunto final da mensagem que faz Power Rangers ser o que é. Não é ruim, de maneira alguma, mostrar às crianças que o amor vence qualquer coisa, que a união faz a força e que a família é o bem mais precioso da vida de uma pessoa, mas o problema está nessa repetição excessiva no meio desse entra e sai de temporadas. De qualquer modo, dessa vez, dentro deste mesmo enredo, a Saban ainda foi além: o irmão do Ranger Vermelho também desapareceu (a parte "tosca" foi seu retorno previsível e sem muito drama, meio que feito do jeito que dava), somado ao fato de que o Ranger Vermelho, Brody, passou dez anos como prisioneiro de Galvanax, o vilão que quer reunir as Seis Estrelas do Poder, que transformam os adolescentes em Rangers, para se tornar o ser mais poderoso do Universo. Nesse ponto, concordemos, houve uma forma mais trabalhada, mas ainda deixando a desejar na maneira de introduzir e adaptar a temática ninja que veio de Shuriken Sentai Ninninger, Super Sentai que deu origem à temporada. 

De maneira geral, a série preenche tabela, é divertida, e cumpre a tarefa inicial de uma temporada de Power Rangers. As cores são vibrantes, tem o "monstro do dia", batalhas épicas de Megazords e armaduras feitas em upgrandes muito atrativos a visualmente bonitos. O lado ruim é o mal desenvolvimento do tema ninja. Simplesmente, não existe uma reposta convincente para que os Rangers sejam ninjas. O único elo forte com o tema são os princípios familiares do protagonista, que é filho do maior ninja da Terra. Se bem, que... você assiste a 20 episódios (se não contar os dois especiais, que não seguem a cronologia de forma direta), e não encontra resposta suficiente para esse posto, ocupado pelo pai de Brody e Aiden. 

Pontos positivos

O trunfo parece estar sendo guardado para a sequência: Power Rangers Super Ninja Steel, que no Brasil, deve se chamar Super Aço Ninja. Igualmente ao que aconteceu com Megaforce, Ninja Steel é apenas a ponta de iceberg (e esperamos que o iceberg, dessa vez, seja bem maior que o fiasco que foi Super Megaforce, que só gerou hype devido ao episódio especial "A Batalha Lendária", onde todos os Rangers do passado retornam - que mesmo assim, foi ao ar com furos a perder de vista). 

A temporada reservas ótimas referências (propositais ou não), como o falso irmão de Brody, que parece ser uma homenagem ao arco de Karone e Andros, de Power Rangers no Espaço, quando o Ranger vermelho da referida equipe tenta trazer sua irmã, vilã da temporada, de volta ao lado do bem, após ter suas memórias apagadas e ser reprogramada como uma robô aliada dos vilões. A referência dura apenas um episódio, e tem seu ápice quando o androide, que assume a identidade de Aiden e engana a turma inteira, aparece com seus circuitos expostos na testa. Além disso, numa luta de megazords, o símbolo de Tempestade Ninja aparece, o que pode significar a pista de um possível crossover - seria sonhar  muito?

Ah, e falando em crossover, alguns Rangers antigos retornarão em Super Aço Ninja, nada mais justo para os 25 anos da série. Entre os confirmados, temos Yoshi Surdarso (Ranger Azul de Dino Charge e Dino Super Charge), Jason David Fank (Tommy Oliver, lendário Ranger Verde de Mighty Morphin), Katherine Sutherland (Ranger Rosa de Mighty Morphin, Zeo e Trubo), Jason Faunt (Ranger Vermelho de Força do Tempo), e Nic Sampson (Ranger Amarelo de Força Mística). Rumores apontam que outros Rangers Lendários foram vistos na Nova Zelândia, onde acontecem as gravações da série, como o caso de Steven Skyler (Ranger Dourado de Samurai e Super Samurai), James Davies (Ranger Preto de Dino Charge e Dino Super Charge), Ciara Hanna (Ranger Amarela de Megaforce e Super Megaforce), Jeffrey Parazzo (Ranger Branco de Dino Trovão), e Steve Cardenas (Ranger Vermelho de Mighty Morphin e Azul de Zeo). 

Além de todos esses nomes nostálgicos, ainda se especula sobre as possíveis aparições de Pua Magasiva (Ranger Vermelho de Tempestade Ninja), Sally Martin (Ranger Azul de Tempestade Ninja), Johnny Yong Bosch (Ranger Preto de Mighty Morphin e Verde de Zeo e Turbo), e Nakia Burrise (Ranger Amarela de Zeo e Turbo). 

O especial seria ainda mais completo, já que Erin Cahill (Ranger Rosa de Força do Tempo), Milo Cawthorne (Ranger Verde de RPM), Davi Santos (Ranger Dourado de Dino Charge e Dino Super Charge), e a lendária Amy Jo Johnson (primeira Ranger Rosa de Mighty Morphin) recusaram o convite por razões diversas. 

Além dos Rangers, Sledge, vilão de Dino Charge e Super Dino Charge parece retornar à franquia. O vilão foi visto num dos primeiros teasers da nova temporada, e provavelmente, unirá forças com Madame Odius, vilã principal da nova aventura ninja. Este é um ponto muito interessante que tem aparecido com cada vez mais expressividade na franquia: a expansão de universo e a interação entre equipes, realidades e dimensões tão diferentes de Power Rangers. 

Power Rangers Super Ninja Steel estreia nos Estados Unidos no dia 27 de janeiro deste ano; confira o trailer oficial:

                     

Vamos falar de mudanças - e a da volta do blog

 Tá tudo novo, de novo!

"Mudar como muda o vento", já dizia Vida Rocca, Ranger Rosa da Força Mística - eu não poderia voltar a escrever aqui sem uma referência morfenomenal!

A questão é que muitas coisas (mas muitas mesmo) estão acontecendo, e entre uma tentativa e outra de reativar esse espaço, começou a ficar cada vez mais difícil continuar compartilhando de tudo com as mais duas mil pessoas que passavam por aqui diariamente, (número que foi crescendo assustadoramente com a evolução do blog) desde quando comecei o X-Diversão, em 2011,  sem pretensão alguma. O blog surgiu na reta final do meu ensino fundamental, e durante o ensino médio, foi uma das minhas melhores companhias e passatempos. Foi por aqui que falei de Luluzinha Teen, Turma da Mônica Jovem, Power Rangers, Cavaleiros do Zodíaco, e de tantas outras obras e gostos da minha "fase teen" - se bem que desconfio que essa fase ainda não morreu, pois o vício pela cultura pop tem dessas, né?!

Minha última tentativa de continuar escrevendo aqui foi com o post em que falei do tempo de apalpar sonhos , onde contei sobre o início da minha vida profissional, começando a exercer o jornalismo, de fato. Falei também, em ocasião anterior, sobre faculdade , contando tudo o que rolou depois do término do ensino médio, sobre os novos amigos, o novo curso e sobre como isso estava sendo incrível (e ainda está!) . 

Descobri, com a prática, que realmente, a vida no jornalismo não tem rotina, e que por incrível que pareça, a gente acaba se acostumando com isso. Logo, os projetos pessoais começam a ficar de lado, alguns contatos e amizades começam a desaparecer aos poucos, e tudo parece se resumir a trabalho. Existem os dois lados da moeda, né?!  De qualquer maneira, tudo o que rolou no último ano, parece até um sonho! O Universo pareceu conspirar a favor de tudo que sonhei desde que comecei a escrever aqui. Surgiu a oportunidade de fazer parte da Turma do Fundão da revista Mundo Estranho, por um ano, além do programa de televisão na Rede TV!, junto da maravilhosa da Fran Bona, que manja muito de moda (confira o blog dela aqui)! Logo depois, fui parar na StudioMax TV, produtora que cria conteúdos para a TV Allamanda, rede afiliada ao SBT, como repórter, ajudando a levar a informação diariamente para as pessoas da pequena cidade de Rolim de Moura, através do telejornal em horário local (confira uma reportagem minha dessa época, abaixo).                                                                    

                                         
 
E, agora, ainda no ritmo de mudanças, continuo batendo minhas asas. Meu novo endereço é Cacoal, ainda em Rondônia, mas de tamanho consideravelmente maior que a parada anterior. Por aqui, faço parte do time de jornalismo da TV Suruí, afiliada da TV Cultura, também trabalhando como repórter. Quando a ficha cai, parece tão surreal fazer parte do time de uma emissora da qual cresci assistindo aos desenhos pela manhã, e dou risada, sozinho, de feliz. Ah, e junto do processo de adaptação, vem a transferência de faculdade. Agora, o desafio é o sétimo semestre de Direito, numa instituição onde não conheço absolutamente ninguém.

Com tudo isso, separar um tempinho para passar por aqui era praticamente impossível. Sabe aquele aperto e a sensação de que há algo faltando? Pois é, toda vez que lembrava do X-Diversão, batia esse sentimento. Então, para pôr fim nesse peso de culpa (será que posso chamar assim?), é que tento (porém, não prometo nada - brinks), reviver o X-Diversão mais uma vez, e faço isso com felicidade e incentivo de quem até hoje me envia mensagens pedindo posts novos

O legal é que em todo esse tempo de pausa, tenho muito mais bagagem para escrever aqui com ainda mais propriedade, contatos que podem me ajudar de igual maneira, e com uma visão bem diferente daquela que tinha há quase 7 anos atrás, e... caramba! O blog já caminha para seu sétimo aniversário! O que podemos esperar disso? A velha receita do X-Diversão, mas agora, repleta de upgrades! Vai ter resenha, sim! Vai ter crítica, sim! Vai ter vídeo, sim! Vai ter entrevista, sim! Vai ter de tudo

O X-Diversão está vivo! Espalhe essa notícia! ;)

 


É tempo de apalpar os sonhos

Turma do Fundão, pessoas novas e programa de TV


Desde que comecei este blog, em outubro de 2011 (que por sinal, seu aniversário passou despercebido), eu sempre deixei bem claro que sou apaixonado pelo jornalismo, e que é isso que eu queria - e que ainda quero - para minha vida, apesar de fazer faculdade de Direito e todas as outras coisas que vocês já conhecem muito bem. Pois é, parece que 2016 resolveu me surpreender! 

O ano não começou muito legal para mim, uma coisinha aqui, outra ali... mas o jeito era empurrar com a barriga e rir para não chorar. Era uma mistura de várias coisas: complicações na faculdade por questões de horários incompatíveis e outros detalhes, um relacionamento mal-sucedido, problemas familiares e vários outros efeitos colaterais do fato de morar sozinho (que nem sempre é muito legal). Foi um período complicadinho, em que estive afastado do blog, dos meus projetos pessoais e até mesmo de alguns amigos, e é claro que apareceram reflexos sérios e preocupantes na minha saúde. Mas, com o tempo, o poeira foi abaixando. 

Em meio a tudo isso, resolvi me inscrever na Turma do Fundão da revista Mundo Estranho, da Editora Abril, aquela revista incrível sobre cultura pop, nerdices, curiosidades e bizarrices. Pra quem não sabe, TdF é o projeto que a ME tem de selecionar 20 jovens pelo Brasil a cada ano (10 de São Paulo e mais 10 de outras regiões) para ficar durante um ano na revista ajudando a produzir conteúdo e fazendo matérias para um blog dentro do próprio site dela. Eu já havia me inscrito em 2014, fui pré-selecionado, mas nas entrevistas, fiquei super nervoso. Ao lembrar do projeto, neste ano, coincidentemente no dia em que as inscrições foram abertas, não pensei duas vezes. O frio na barriga tomou conta, e a ansiedade (por algo bom) voltava a fazer parte dos meus dias. 

Em alguns meses, recebi uma ligação, e para a minha surpresa, era o Matheus Bianezzi, estagiário da revista, ao telefone, informando que eu havia passado na primeira fase, e que agora, ele me entrevistaria! Foram 20 minutos jogando conversa fora, numa entrevista guiada por gargalhadas e referências a personagens e séries. Ao fim do papo, ele me diz que fui muito bem, e que logo eu teria uma reposta. Se eu passasse, meu telefone tocaria de novo. 

Uma semana depois, o telefone toca novamente, e um número tão estranho quanto a da primeira ligação aparecia no registro. Atendi, e MEU DEUS DO CÉU, ERA O VICTOR BIANCHIN! SIM, ELE EXISTE DE VERDADE! Victor é o editor responsável pela seleção dos TdFs em todos os anos, e ainda, o responsável pela maioria das matérias de capa mais legais da revista! Foi ele quem me deu a notícia de que eu havia passado na fase da entrevista, e que fui aprovado como um dos membros da Turma do Fundão geração 2016! Sem brincadeira alguma, foi uma das melhores sensações que já tive na vida! Imagine como é você amar jornalismo e descobrir que você vai fazer parte de um pedacinho da história de uma das maiores revistas impressas do Brasil! Até agora, sinceramente, parece até mentira! 

Abaixo, você pode ver como foi a apresentação da geração à qual pertenço. Nem preciso dizer que todos eles já são minha família, né? É muito amor envolvido! 


Todos nós estamos super felizes com isso, e você pode conferir nossas matérias clicando aqui: Turma do Fundão
E se quiser ler o que já fui publicado em meu nome, tem uma matéria sobre cover's de músicas que marcaram épocas, que você lê clicando aqui. E ainda, um quizz sobre animes, que fiz a pedido do Victor para a home do site central da ME, é só clicar aqui. Logo haverão mais matérias escritas por mim, é só aguardar!
Essas duas imagens que você confere ao lado são as minhas primeiras participações na revista impressa, nas edições de outubro e de novembro, e espero que logo saiam mais. 

Nesse embalo, eu já não trabalhava no SBT local (não lembro se cheguei a falar desse trabalho aqui). O SBT foi a minha primeira experiência com TV, durou quase 6 meses, e foi importante em proporção de aprendizado. Depois dele, fiquei um tempinho sem trabalhar, mas logo surgiu uma ótima oportunidade: trabalhar na Rede TV Rondônia, que tem ramificação também aqui na minha cidade, Rolim de Moura. A princípio, fui chamado para ser editor de vídeo, coisa que amo fazer. Mas, sabe quando aquela vozinha interior te diz para abrir a boquinha e falar dos seus projetos pessoais? Pois é, perdi o medo e fiz isso. O projeto consistia num quadro com tema jovem/pop, já que por aqui ainda não tinha nada do tipo, mas a diretoria gostou tanto da ideia, que acabou virando um PROGRAMA DE TV DE UMA HORA DE DURAÇÃO! Siiiiiiimmm!!!! E sabe é que é melhor? Ganhei a oportunidade de ser o apresentador desse programa, realizando um dos meus maiores sonhos! Eu não consigo descrever até agora tudo o que ando sentindo! é um misto de felicidade, realização, e muitos outros sentimentos bons. Além do mais, através do programa, tive a oportunidade de conhecer pessoalmente a incrível blogueira Franciely Bona, do La Dinastía Fashion, que você pode ler clicando aqui. Ela já participou do Galera Capricho e está entre as melhores blogueiras de moda e estilo do Brasil. Ela apresenta o programa junto comigo, e já adianto que é um amorzinho! 







O nosso programa de TV se chama Geração Z, e vai ao ar todos os sábados às 16:00h (horário local) na Rede TV canal 6.1 em HD. Se você mora em Rolim de Moura ou região, assista a gente! Se não pega pela TV, qualquer aplicativo de TV digital para celular encontra o sinal. E pra quem é de fora, estamos nos ajustando para deixar tudo disponível online. Por enquanto, dá pra assistir pelo Facebook, a página você encontra clicando aqui

Todas essas coisas acontecendo, todas essas novidades, todas essas novas pessoas e amigos que fazem parte dessa nova fase estão me levantando numa maré muito alta de felicidade e gratidão. É realmente, uma época em que eu sinto que posso tocar nos meus sonhos e senti-los bem sólidos e reais. Considere este espaço reativado, pois ele faz pate disso. Se não fosse por esse blog, com certeza nada disso estaria acontecendo. Lembro que foi através dele que eu comecei a ter certeza de que era viver com isso que eu queria. Obrigado a todos vocês que sempre leram, e peço que continuem comigo.  

E vamos em frente!  :D 

Iury Santos Lima
Fotos: Arquivo pessoal 

Turma da Mônica Jovem #95

A turma assume o comando do Bairro do Limoeiro para salvar os adultos


Com a edição de número 100 se aproximando, a Turma da Mônica Jovem volta a ganhar roteiros mais agitados e focados na fantasia, entre uma e outra história do dia-a-dia. 
Depois de Mônica enfrentar um problema - ou não - com sua aparência (seus dentes salientes), a turma agora vai enfrentar um problema muito maior. 
Na história Reinado dos Jovens, os adultos são paralisados por uma força desconhecida, e a turma da Mônica Jovem precisa assumir o Bairro do Limoeiro e encontrar uma cura. 

Veja a capa da edição 95:


A julgar pelo contexto do roteiro, e pela capa, é mais que evidente que tal força desconhecida é uma espécie de Medusa, e não é de se admirar que isso aconteça na Turma Jovem, se você considerar que a Magali é uma bruxa, que Mônica, Cascão e Magali já voltaram da morte, que Cebola vai sobreviver ao apocalipse e tantos outros fatos inusitados da série. Resta saber qual será a solução mágica - se é que este adjetivo pode ser aplicado - e impossível da vez.
Analisando a arte da capa, há uma grande semelhança com o esboço de Dennis Oyafuso, ilustrador que uma vez ou outra dá uma de Fênix - e renasce nas cinzas - na TMJ. Pode ser que seu esboço seja para a 4º da edição, ou que seja usada para outro fim na revista, ou ainda só serviu de base para o capista mesmo. Você confere o desenho a seguir: 


A revista deve chegar neste fim de mês às bancas de todo o Brasil, e custa R$ 8,50. Compre a sua, leia, e deixe seus comentários e opiniões sobre a revista aqui neste post. 

Texto: Iury Santos Lima
Imagens: Facebook/ Página Oficial da Turma da Mônica Jovem/ Dennis Oyafuso, Divulgação.



Adeus, P9!

A boyband brasileira P9, de grande sucesso no segmento Pop para o público teen, deixa os palcos e encerra atividades




Foto: Luquinhas Nogueira/ Reprodução, divulgação.

Foto: Alex Pasqualle/ Reprodução, divulgação.

Arrasando os corações dos fãs, os meninos da banda P9 começaram a se pronunciar oficialmente através de suas redes sociais, confirmando o rumor que já rolava por aí: P9 realmente acabou. A banda surgiu em 2013, e estourou em todas as paradas de sucesso! Top 10 nas rádios e nos canais de TV, participação especial nos programas de televisão e até mesmo em revista em quadrinhos, como aconteceu na edição 54 de Luluzinha Teen e Sua Turma: P9 x Loki- A Batalha das Bandas.


A banda assinada pela Sony Music ganhou proporção enorme em muito pouco tempo. O primeiro clipe, de My Favorite Girl chegou a mais de 150 mil views em menos de 24 horas. Logo após, todos já falavam do P9. A banda que levou apenas um mês para gravar um álbum completo em Nova Iorque, passou a conquistar o Brasil (e porque não dizer o mundo, ou uma boa parte dele?). Guilherme dos Santos, Jonathan Couto, Michael Band e Igor Adamovich foram parar nas capas e nos posteres das principais revistas do segmento teen, como como Capricho, Atrevida, Atrevidinha, TodaTeen, e tantas outras. Além disso, as músicas dos rapazes foram parar até em trilha sonora de novela! My Favotite Girl, em Salve Jorge, da Rede Globo, em 2013, e Love You In Those Jeans, em Amor à Vida, também da Rede Globo, entre 2013 e 2014. E, ainda, o hit Just The Two Of Us foi parar na trilha sonora do blockbuster O Espetacular Homem-Aranha 2. Sem falar dos shows Brasil afora. Muita coisa pra um currículo de 4 jovens em menos de 3 anos de banda, não é?! 

Foto: Internet/Divulgação
Depois de passar por uma agenda lotada ao longo de 2014, terem ganhado vários prêmios e a tenção da impressa de uma forma excessiva, os meninos começaram a "sumir", aos poucos. A última grande aparição na mídia do P9 foi no começo de 2015, participando do programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo, onde cantaram pela primeira para o público a nova (e última) música da banda: Desfilando - que supostamente faria parte do novo álbum da banda, como alguns rumores diziam. 
Logo, os fãs começaram a sentir falta e a achar  estranho o repentino sumiço. Os meios oficiais de comunicação da banda na internet pararam no tempo, sem atualizações ou qualquer nova informação. Tudo que aparecia todos os dias, eram os comentários dos fãs, que perguntavam o motivo da ausência, temendo o fim da banda. 

O que os fãs temiam veio a se confirmar há quase uma semana. Michael, Igor e Jonathan publicaram comunicados oficias através de suas contas no Facebook: 
"Obrigado, obrigado do fundo do meu coração, foi uma jornada e tanto. Acho que a maioria de vocês ja sabe, estou me desligando da banda P9. [...] O momento não é maravilhoso, as coisas estão difíceis, mas, é nessas horas que ficam apenas as pessoas de verdade e isso é muito bom pra ver quem realmente esteve sempre conosco. Dinheiro, carro, apartamento, tudo isso deve ser maravilhoso, mas tendo saúde a gente corre atrás dos nossos momentos inesquecíveis e um pouco do resto pra sobreviver. [...]" -  Michael Richardson

"Estou comunicando oficialmente que não faço mais parte da banda P9. Agradeço à todos os envolvidos , produtores, amigos, meus 3 irmãos e aos meus fãs que nos acompanharam durante esses 3 anos...obrigado, serei eternamente grato. Um beijo no coração de vocês, uma nova fase se inicia , com os pés no chão e muita verdade e luta. Deus no comando." - Jonathan Couto


"Obrigado. É a palavra que me vem agora pra descrever tudo isso. Obrigado. Eu vivi um sonho. Conheci os melhores artistas do meu segmento musical, abri os shows dos maiores. Cheguei onde quis. Capas de revista, manchetes e tudo.[...]  Eu não fazia ideia que era tão incrível dividir o amor com vocês. Obrigado "meus amores". Não é um adeus, nem nada. Somente o início de um novo ciclo. Eu amo vocês. Pra sempre, seus meninos. Obrigado." - Igor Adamovich 
 (Não temos informações sobre qualquer pronunciamento de Guilherme dos Santos)

Claro que é um momento triste e delicado para todos os fãs. A banda tinha muito potencial e estava conquistando coisas incríveis. O mercado musical no Brasil é realmente difícil. P9 teve muita sorte e um bom investimento nesses 3 anos de sucesso. 

É bom pensar que em meio a esse tempo de P9, os meninos também cresceram e amadureceram pessoal e profissionalmente. A forma como enxergam as coisas depois dessa grande experiência é totalmente diferente. P9 foi apenas o primeiro grande degrau que subiram para  o grande palco chamado "vida".
Os integrantes agora apostam em novos projetos.
Já sabemos que, Igor, além de estar curtindo o filho, que é a sua cara por sinal, embarca em carreira solo, lançando músicas próprias e animando multidões como DJ, e Jonathan, entra agora de cara num novo projeto musical, a banda Um44K, que conta inclusive, com a participação de sua namorada.
Foto: Facebook/ Reprodução, Divulgação.
Sabemos que mesmo fora dos palcos, e sem novos CDs, P9 nunca deixará de ser P9! Os fãs continuarão amando muito a banda, e os meninos, tomem o rumo que tomarem.

Relembre o primeiro single da banda: 



Texto: Iury Santos Lima
Fotos: Luqinhas Nogueira, Alex Pasqualle, Facebook, Internet/ Reprodução, Divulgação.

Exclusivo! Entrevista: Banda Radioativa

Arrebentando no cenário do rock nacional desde 2009 e de EP novo, 'Se Ainda Há Razão', Radioativa conversa com a gente e fala sobre correira, fãs e o que vem por aí!

Foto central: Fotógrafo Fabiano Santos

O que começou como diversão se tornou trabalho sério, e também sucesso! a banda Radioativa é uma das bandas independentes de maior potencial e personalidade do cenário do rock brasileiro! Na caminhada desde 2009 e passando por algumas mudanças na formação ao londo carreira, a banda lança o novo EP, 'Se Ainda Há Razão', com músicas cheias de energia e uma evolução incrível!

A banda é composta por Ana Marques, a vocalista; Felipe Pessanha, o guitarrista; Fabricio Oliveira, também guitarrista; Denny Manstrange, baixista, e Rodrigo Aranha, baterista.

Tive o grande prazer de bater um papo com os integrantes, que foram super simpáticos e atenciosos! Aproveite a entrevista do X-Diversão com a Radioativa

Foto: Elias Azevedo


1    X-DIVERSÃO: Oi, pessoal da RADIOATIVA! A banda tem crescido e se destacado bastante nos últimos anos.  Como foi que surgiu a ideia de formar uma banda e se dedicar a isso?

RADIOATIVA: A banda começou em 2009 e era, inicialmente, um projeto de diversão entre amigos. Não tínhamos uma visão de futuro, nem muitas pretensões, simplesmente estávamos fazendo o que gostávamos, com quem gostávamos. Foi muito natural.

X-DIVERSÃO: Como foi passar pelos processos de mudança na formação da banda? Isso não gera, no fundo, um clima chato entre vocês?
RADIOATIVA: Como todo amadurecimento, nunca é fácil. Algumas mudanças foram mais marcantes, outras nem tanto. Mas sabíamos que cada uma delas reservava muito crescimento pra nós. Cada uma delas foi um degrau pra chegarmos aonde chegamos.

X-DIVERSÃO: Como é fazer dar certo no Brasil uma banda totalmente independente de tanta qualidade, como a RADIOATVA?
RADIOATIVA: O importante é ter consciência de que as coisas não são fáceis. Elas não são fáceis em nenhuma profissão, e na música tem um aditivo. Temos que manter na cabeça que fazemos o que fazemos porque amamos, e todo o resto sempre será consequência.

X-DIVERSÃO: Ensaiar, gravar, realizar shows, eventos e agenda lotada... Como é conciliar todos esses compromissos com a vida particular, tendo uma banda independente de sucesso?
RADIOATIVA: [Ana] “Minhas notas já foram melhores...” (risos). Bom, é preciso ter responsabilidade e força de vontade. O pior cansaço é o mental. Se você mantém sua mente focada e saudável, ela não se cansa, ela sempre quer mais. E é assim que fazemos isso funcionar.

X-DIVERSÃO: No começo da carreira foi muito difícil fazer o nome da RADIOATIVA? Como eram os desafios, como conseguiam shows e tudo mais?
RADIOATIVA: Todo começo é difícil... E não só fazer um nome, mas mantê-lo. Hoje em dia muita gente sabe quem somos e reconhece nosso trabalho – e isso é incrível! Já batemos muito de “porta em porta”, divulgamos muito o nosso som. E tudo isso sempre procurando melhorar nosso trabalho.

X-DIVERSÃO: A RADIOTIVA já pensou em procurar alguma gravadora, ou o plano é continuar independente mesmo?
RADIOATIVA: Por enquanto, é continuar independente. Mas nunca se sabe...

X-DIVERSÃO: Vemos direto várias bandas independentes surgindo nos novos reality shows de música na tevê brasileira. Já passou pelas ideias de vocês participar também?
RADIOATIVA: Sim, já nos inscrevemos. Mas essas coisas são meio complicadas. Precisa ter um bom contato com alguém de dentro, ou muita sorte. Estamos em busca dos dois! (risos)

X-DIVERSÃO: Na opinião da banda, é melhor ser independente ou assinado por uma gravadora, com todos os pós e contras que isso pode trazer?
RADIOATIVA: Acho que assinar com uma gravadora tem seus prós. Algumas preocupações saem da sua cabeça e, obviamente, dão espaço a outras. Não podemos dizer com precisão, porque sempre fomos independentes. E a vida de banda independente é muito dura, mas ao menos, quando as recompensas vêm, são todas nossas, fruto do nosso esforço, algo realmente gratificante.

X-DIVERSÃO: Subir no palco e ver o púbico com sede de rock, gritando e esbanjando energia positiva deve ser realmente uma recompensa incrível! Como é encarar o público e querer fazer daquele o melhor show possível para eles?
RADIOATIVA: É muito fácil querer fazer o melhor show possível, porque nós amamos o que fazemos! Quando colocamos o coração em qualquer projeto, ele tende a dar o mais certo possível. A energia do público nos dá ainda mais força pra isso – se houver ao menos uma pessoa ali por nós, já estaremos imensamente agradecidos!
Foto: Arquivo Radioativa/ Página oficial no Facebook da banda

X-DIVERSÃO: Sempre tem aquele show, aquele público, que marca muito! Nessa caminhada da RADIOATIVA, qual foi o show mais intenso que já fizeram?
RADIOATIVA: Alguns na Lona Cultural de Jacarepaguá, que apelidamos de segunda casa, e um no Teatro Odisseia. Neste último, além de vários rostos conhecidos de longa data, vimos novas pessoas que sabiam nossas músicas e cantavam conosco desde as antigas até as novas. Foi incrível!

X-DIVERSÃO: E qual o maior desafio já enfrentado por vocês?
RADIOATIVA: [Ana] “A banda começou em 2009, mas teve um hiato que durou até 2011. Esse reinício foi o maior desafio. Era um momento em que tínhamos que decidir: continuar ou deixar tudo de lado? Não sei o que seria da minha vida hoje se tivéssemos desistido ali. Foi o maior desafio e trouxe as melhores recompensas.

Foto: Elias Azevedo
X-DIVERSÃO: Os fãs são fundamentais para a carreira, como vocês se relacionam com eles? Já aconteceu do assédio extrapolar? 
RADIOATIVA: Somos sempre muito abertos a todos que vem falar conosco, tirar fotos, bater um papo. Nós amamos essa interação! É uma das melhores coisas de fazer o que fazemos: saber que do outro lado existem pessoas que sentem o que sentimos, que encontram seus próprios sentidos para o que nossas letram expressam. Já aconteceu de fã exigir atenção, o que é complicado, porque temos uma vida normal, trabalhamos e ainda fazemos faculdade, nem sempre dá pra responder todas as mensagens no momento em que as visualizamos. Mas no geral, é sempre muito tranquilo, todos são muito carinhosos conosco e é um prazer retribuir esse sentimento!

Foto: arquivo pessoal de Ana Marques
X-DIVERSÃO: Ana e Felipe, não rola um certo "ciumezinho" em relação com algum tipo de fã extrapolado? (Risos)
RADIOATIVA: [Felipe] “Até hoje não houve nenhuma situação que extrapolasse os limites. O interessante é que a Ana é mais assediada por mulheres do que por homens... Os homens tendem a ficar mais retraídos quando me veem por perto. Já as meninas... (risos)”.

Ah, pra quem não sabe, Ana Marques e Felipe Pessanha namoram! O casal da banda que adoramos shippar! <3

X-DIVERSÃO:   Quais são as maiores referências e inspirações pra vocês?
RADIOATIVA: Temos diversas influências do rock internacional e também do meio pop. Somos muito ecléticos e procuramos mesclar vários estilos, pegando influências de cada um e construindo nossa própria identidade.

X-DIVERSÃO:Tem projeto novo a caminho? Queremos saber!
RADIOATIVA: Sim! Recentemente gravamos uma viagem que fizemos apenas entre nós 5. Essas imagens serão base para o webclipe de “Se Ainda Há Razão”, a primeira faixa do nosso último EP lançado. O vídeo deve ficar pronto no início de novembro!

Foto: Fotógrafo Fabiano Santos

X-DIVERSÃO: Qual o recado de vocês para quem quer montar uma banda e seguir carreira na música?
RADIOATIVA: Muita perseverança! É uma caminhada longa até que você consiga encontrar pessoas que tenham o mesmo objetivo e garra que você. No meio do caminho, muita coisa acontece e há muito o que ser superado, há dias em que você acha que não tem mais forças pra continuar, mas "se você acredita em algo, vale a pena lutar!". No final as coisas encontram o destino certo.

Entre no clima e assista ao clipe oficial de 'Você Não Sabe Nada Sobre Mim', do EP 'Se Ainda Há Razão':




Banda incrível, não? Todo o sucesso que estão tendo não é atoa! Radioativa tem tudo pra crescer ainda mais. O rock nacional está muito bem representado!

O blog agradece imensamente ao tempo da banda dedicado a essa entrevista, e toda a paciência, disposição e simpatia com que responderam às perguntas. 
Sucesso! 

Texto: Iury Santos Lima
Imagens:  Fotógrafo Fabiano Santos, Elias Azevedo, arquivo Radioativa e Ana Marques/ Divulgação, Reprodução


    

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